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HISTÓRIA DOS CHÁS MEDICINAIS

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Queridas e queridos, as plantas, ervas, flores, cipós, folhas, sementes são presentes da natureza desde que o mundo é mundo.

O uso de plantas para fins alimentares e para a cura é tão antigo quanto o surgimento da humanidade. Buscando as espécies vegetais mais apropriadas, nossos ancestrais foram descobrindo as que serviam para se alimentar, se medicar, as que eram venenosas e as que causavam efeitos alucinógenos.

Então “Recebe com amor as medicinas sagradas, que trazem o perfume da floresta encantada…. O poder dessa magia vem da mamãe natureza”

Um tratado médico datado de 3.700 a C., escrito pelo imperador chinês Shen Wung, é um dos mais antigos documentos conhecidos sobre as propriedades medicinais das plantas.

Os egípcios, 1.500 a. C. já utilizavam ervas aromáticas na medicina, na culinária e, principalmente, em suas técnicas para embalsamar os mortos.

Os sumérios da Mesopotâmia possuíam receitas valiosas, que só eram conhecidas por sábios e feiticeiros.

Na Índia, aproximadamente no ano 1.000 a. C., o uso de ervas era bastante difundido.

Durante a Idade Média, o cultivo das ervas utilizadas como alimentos, bebidas e remédios, ficou a cargo dos monges, que as plantavam ao redor dos mosteiros e igrejas.

Na Europa, principalmente na Inglaterra, a medicina alternativa tem cada vez mais adeptos e nos Estados Unidos há uma grande quantidade de farmácias naturais.

No Brasil, o conhecimento das propriedades de plantas medicinais é uma das maiores riquezas da cultura indígena, uma sabedoria tradicional que passa de geração em geração. Os indígenas tem um conhecimento profundo da flora medicinal, retirando dela os mais diversos remédios, usados de diferentes formas. Suas práticas curativas e preventivas estão relacionadas com o modo como ele percebe a doença e suas causas, sendo realizadas pelo pajé em rituais cheios de elementos mágicos e místicos.

Na cultura brasileira temos também as benzedeiras, rezadeiras, curandeiras, que utilizam das ervas para chás e banhos, conhecem e dominam as propriedades existentes nas folhas, nas cascas, nos cipós, nas raízes.

Existe uma grande quantidade de espécies em todo o mundo e a Amazônia abriga 50% da biodiversidade do Planeta. De acordo com dados de instituições de pesquisas da região, cerca de cinco mil, dentre as 25 mil espécies amazônicas, já foram catalogadas e suas propriedades terapêuticas estudadas.

As plantas medicinais podem ser adquiridas em mercados públicos, lojas de ervas, podem ser colhidas no campo ou cultivadas em jardins, hortas, e até em vasos.

Mais de 25% de todos os medicamentos são de origem vegetal. As plantas medicinais sempre foram objeto de estudo, buscando-se novas fontes para obtenção de princípios ativos, responsáveis por sua ação farmacológica ou terapêutica.

Do ponto de vista científico, no entanto, ainda é um campo pouco estudado e difundido no País, apesar da riqueza da flora brasileira, ficando os estudos na área mais restritos à antropologia e ao folclore, através da medicina popular.

É muito importante conhecer bem a doença ou do sintoma apresentado e as particularidades de cada planta e a preparação adequada, a forma e quantidade de uso para poder usá-la como remédio, para não causar efeitos indesejados.

Veja  também  COMO PREPARAR PLANTAS MEDICINAIS

  RELAÇÃO DAS PLANTAS MEDICINAIS E SUAS INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS 

Referência: Bibliotecária da Fundação Joaquim Nabuco
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Nascida em São Paulo, no ano de 1982, enquanto o sol estava em Aries. Sonhava em ser professora, escritora e acadêmica. Sempre amou mato, praia e animais.
Com ascendente em Touro, sempre teve muito apetite, comia tudo que via pela frente. Em 2000 concluiu o magistério, 2001 começou a lecionar.

Em meados de 2003 teve o primeiro contato com o universo vegetariano, quando sua irmã começou a transição para essa dieta. Interessou-se, experimentou, aprendeu algumas receitas, mas continuou sua vida entre receitas vegetarianas e carnistas, mas sempre recebendo bem as informações sobre alimentação, benefícios, saúde e exploração animal.

Em 2010 concluiu a graduação em Pedagogia e em 2012 a pós em Psicomotricidade. Em outubro de 2015 esse banco de informação foi se transformando em consciência, gradativamente foi retirando o consumo de carne no dia a dia, e em maio 2016 tomou a decisão de não se alimentar de morte. E em 2018 resolvi dividir informações e dicas nesse Blog.
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